quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fotografia Dadaísta

Durante a 1ª Guerra Mundial, em 1916, surgiu o Dadaísmo, movimento artístico-literário cuja a principal proposta era "avacalhar o sistema" rsrsrs Contrários às teorias de ordenações lógicas e à arte tradicional, os dadaístas propunham o rompimento com os paradigmas estabelecidos na arte e na sociedade

Este movimento é o reflexo da perspectiva diante das conseqüências emocionais trazidas pela Primeira Guerra Mundial: o sentimento de revolta, de agressividade, de indignação, de instabilidade. 'Regras pra quê?', era a principal característica do movimento "anarco-artístico".

Embora a fotografia, tal qual conhecemos hoje em dia, tenha surgido bem depois do movimento dadaísta original, podemos também encontrar nele inspiração ao fotografar. E como no dadaísmo a única regra é não haver regras, uma fotografia dadaísta é a que segue essa mesma linha: sem regras de "como" ou quanto ao "o que" fotografar. Anomia total!


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

The Good House Wife

No 'Trocando Idéias' de hoje quero mostrar a vocês uma série de fotografias que achei muiiitooo boas! As encontrei folheando uma Ellements Magazine [fev. 2012]. A Ellements é uma revista novaiorquina de moda conceitual e beleza [eu já mostrei-a AQUI], mas o que realmente me chama atenção nessa revista são as fotografias. Nessa revista sempre encontro fotos inspiradoras e fantásticas.

O título dessa série é The Good House Wife [numa tradução livre para o português ficaria algo como "A Boa dona de Casa" ou "A Boa Mãe de Família ]. Na composição das imagens, os dilemas diários da Dona de Casa/Mãe de Família Moderna: comandar a casa [comida, arrumação, filhos...] e conseguir tempo parra si própria [tomar um vinho, ler uma revista, gozar - afinal não é a toa aquele vibradorzinho cor-de-rosa no chão do banheiro da última foto]. 

domingo, 20 de janeiro de 2013

Fotografia: Marca D'água e Identificação

A pessoa começa a se interessar por fotografia, fazer algumas fotos legais e as compartilha na internet, mas é imprescindível um elemento identificador que aponte o autor daquela foto: uma marca d'água. Mas como aplicar marca d'água que não fique cafona e brega? Nas minhas andanças pela internet eu já vi coisas bizarras e muito boas no que concerne à marca d'água em fotografias, por isso eu separei um bloco de regrinhas que talvez ajude quem tem dúvida sobre isso.

1. Criando um logotipo para usar como marca d'água: o primeiro passo é criar um logotipo para usar como marca d'água. Ao criar uma marca d'água é interessante observar algumas regrinhas:

• Evite americanização: a menos que você trabalhe internacionalmente ou sua língua natural seja o inglês, é melhor evitar usá-lo na sua assinatura, ou seja, ao invés de assinar em suas fotos "Jacilene Silva - Photography", seria melhor assinar "Jacilene Silva - Fotografia".

• Evite excesso de informação: outra observação seria quanto aos "códigos visuais" utilizados para o seu logotipo. Se você já utilizou uma imagem de uma câmera fotográfica depois do seu nome, não há necessidade de acrescentar a palavra 'fotografia', uma vez que a figura que você usou já diz do que se trata.
Assim não!
Assim sim!
Da mesma forma, se você optar por escrever 'fotografia' junto ao seu nome no logo, prefira não adicionar figurinhas, isso pode deixar seu logo muito "pesado", seu logotipo (marca d'água) não precisa chamar mais atenção do que sua imagem. Evite um logotipo poluído.
Assim sim também!
• Utilize cores neutras: evite usar vermelho, verde, lilás... A razão é a mesma de todas: sua marca d'água não precisa chamar mais atenção que sua foto. Cores como preto, branco ou cinza são as mais indicadas.

No Photoscape há opções de escrever sobre a imagem criando uma transparência que funciona muito bem como assinatura.

2. O tamanho da marca d'água: talvez para tentar proteger a própria foto de fraudes e roubos, tem gente que coloca na imagem uma marca d'água imensa. Eu já considero muito grande uma marca d'água que preencha um espaço de 10 % da fotografia.

Nessa imagem a marca d'água preenche uma média de 7% da imagem e já é considerada grande .
Tem gente até que chega ao extremo de cobrir todo a fotografia com uma marca d'água. Como na foto abaixo:

Nesse caso a marca d'água esconde a fotografia.
Por outro lado, uma marca d'água muito pequena pode também não cumprir a função de identificação do autor da imagem, uma vez que, em certos casos, mal da para ler o que está escrito na marca. É o caso a imagem seguinte:

Uma marca d'á que ocupe menos de 3% da imagem já pode ser considerada muito pequena.
O ideal é que a marca d'água ocupe entre 3 e 5% da fotografia e deve ser inserida em uma das pontas da imagem (jamais no meio), pois ele funciona como sua assinatura.


3. Identificação nos metadados: Outra ótima forma de identificar a autoria de suas fotos é adicionar seu dados como nome, e-mail e telefone nas informações que ficam "dentro" da fotografia, os "metadados". Na imagem abaixo eu usando o Windows 7 para inserir essa informações.

Por fim, concluímos que sua fotografia não precisa (nem deve) ser anônima, mas também não é interessante para a mesma que sua assinatura chame mais atenção do que a própria foto e não esqueçamos também é legal que o seu logo siga um padrão em suas fotografias, isto é, sempre o mesmo, no mesmo lugar e do mesmo tamanho.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Perspectiva fotográfica, por Michael Hughes

Michael Hughes é um fotógrafo de Londres, Inglaterra que, Usando uma técnica chamada perspectiva forçada, é capaz de trazer à paisagem objetos minúsculos. Essa "técnica" consiste em afastar ou aproximar os objetos causando a ilusão de que são maiores ou menores.

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