quarta-feira, 27 de março de 2013

Pacman by NicoWriter

Eu, fã assumida do Pacman não poderia deixar de compartilhar isto:

 
 
 
 

ADOREI!!!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Resenha: Targus Tripé TGT-58TR

Faz um tempo que eu comecei a sentir necessidade de ter um tripé para fazer fotografias, sobretudo nas fotos feitas à noite, ou sob condições de luz precárias, situações que nas quais precisa-se de maior estabilidade da câmera. Procurei muita informação na internet, mas achei pouca. O que eu queria era acertar no custo/benefício, dado o fato de que eu não queria gastar uma fortuna, mas também não queria comprar uma porcaria. Minhas necessidades eram as de uma pessoa que fotografa por diversão, não-profissional. Embora eu não tenha achado nenhuma resenha a internet sobre o Targus Tripé TGT-58TR, foi nele que eu resolvi apostar. Por isso hoje vou postar uma resenha detalhada do produto.
Comprei no site das Lojas Americanas por R$ 144,00 (com frete grátis), o preço comum dele nas lojas varia entre R$ 120,00 e R$ 160,00.

• Duas bolhas de nível:
Ele tem duas bolhas de nível para ajudar a ajustar a câmera no lugar certo, para a foto não sair torta.

• Liberação rápida placa
 Um grande facilitador na hora do manuseio da câmera. Importantíssimo!

• Estende-se a 58''
Com esse mecanismo ele sobe sem necessidade de mover as pernas do tripé, fazendo a câmera chegar numa altura total de 58 polegadas [58″ = 147.32cm].

• Três maneiras de mover a cabeça
A cabeça dele se move [e tem travas] em três direções diferentes.

• Liberação rápida das fechaduras das pernas
As travas das pernas dele são muito fácies da acionar e há também um ganchinho que serve para pendurar algo que faça peso [tipo um saquinho com pedras], a fim de, quando necessário, se conferir maior estabilidade ao tripé. Mais uma coisa legal nele é que os pezinhos são móveis em emborrachados, o que ajuda a nivelar num chão acidentado e a não derrapar num chão liso [muito bom!].

Além de tudo ele é leve e vem com um estojo que serve para transportá-lo. De modo geral acho que o aparelho atendeu minhas expectativas, ele é bonito e eu gostei muito.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Quando um geek resolve se tornar Designer de interiores...

Um designer de interiores espanhol chamado Aliste Lizarralde tem como hobby recriar as plantas das casas e apertamentos de séries de TV e filmes famosos. É isso que dá quando um nerd resolve bater nesse curso. Adorei os trabalhos!
Achei meio estranha planta do apartamento de Leonard e Sheldon [The big Bang Theory], pois eu lembro que tem um episódio na terceira temporada [The Bozeman Reaction] em que Sheldon vai engatinhando do lado de fora do prédio, desde a janela do seu quarto até a janela do quarto de Leonard, e vendo pela planta parece super longe, enquanto no episódio ele chega rapidinho (sem falar que olhando a planta parece bem mais perigoso do que a impressão que eu tive sem a ver). Mais uma consideração: meuuuuuu a casa da família Simpson é enorme! [Coitada da Marge para limpar isso tudo só rsrsrs] Curti muito!
Procurei, mas não achei, a casa da família Griffin  .

Tem mais aqui nikneuk.deviantart.com

terça-feira, 12 de março de 2013

É trapaça editar suas fotografias?

Em uma resposta rápida: não! Em uma resposta aprofundada, vamos lá.

A edição de foto faz parte do processo fotográfico para obter o contraste e os tons desejados. A fotografia não se resume ao momento do clique, na verdade ela começa bem antes, quando se planeja os resultados que se pretende conseguir, e termina bem depois, com todo um caminho que se segue para conseguir que o resultado final seja o que se planejou. Ou seja, é um processo longo. Com a fotografia digital os processos de edição (que antes eram reservados, mas feitos durante a revelação das fotos analógicas) se tornaram mais acessíveis para todos nós.  Porém, com a popularização dos recursos de edição de imagem através dos softwares de edição, cumpre perguntarmos-nos: é trapaça editar suas fotografias?

Primeiramente faz-se importante dizer que edição de fotografia não é a mesma coisa que manipulação de fotografia. O primeiro é o retoque na fotografia que se restringe tão somente a ajustar questões de iluminação, saturação, enquadramento da imagem; enquanto a segunda consiste em forjar (seja adicionando ou subtraindo) elementos na imagem, como as revistas de moda e beleza fazem com as estrias das modelos rsrs. Se estamos falando de fotografia artística, a maioria concorda que não há maiores problemas em utilizar recursos tanto de manipulação quando de edição de imagens, desde que claro se observe alguns limites de razoabilidade e bom senso. Posso usar como exemplo de manipulação de imagem válida a maneira como se faz sobreposição de imagens hoje em dia. Assim, em fotografia artística a margem de liberdade para criar é, naturalmente, bem mais ampla, dependendo tão somente da sensibilidade do fotógrafo; há muitos até que seguem a vertente do vale-tudo em fotografia artística.

Entretanto, tratando-se de fotojornalismo, é muito claro que a manipulação das fotografias é agir com desonestidade, uma vez que esta categoria fotográfica deve ser fiel à realidade para ter credibilidade, a que tem função de relatar os fatos. Já que se trata de fotografia documental, até um simples ajuste de cor (que a princípio não representa qualquer trapaça ou falta de ética) pode dar uma caráter manipulado à imagem. Por exemplo: a pessoa faz uma foto de uma cidade acometida por chuvas intensas e risco de alagamentos perigosos, mas ajusta posteriormente os tons da imagem para tons mais quentes que dão a impressão de que não está chovendo tanto assim no local. O indispensável nessa categoria fotográfica é a clareza e a transparência no que se mostra. Este, para agir eticamente, deve procurar interferir na realidade dos fatos minimamente como for possível (já que sempre haverá algum tipo de influência do "olho" do fotógrafo que pode gerar distorções), e por conta desse nível razoável de distanciamento é que montagens e manipulações de imagens devem ser evitadas.

Por fim, o trabalho de tratamento de imagem, por si só, não é antiético, mas há que se observar a função final daquela fotografia e se o tratamento termina por retirar a essência* da mesma. Exercite sua criatividade e inove!



Esta é, com certeza, uma discussão que daria muito o que falar: qual a "essência" da fotografia? Isto é, o que de elementar, uma vez retirado do conceito de fotografia a faz deixar de ser o que é, ou seja, fotografia? Quem sabe um assunto para outro post?... Um forte abraço!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Retrô

Quero hoje dividir com vocês estas lindas imagens com inspiração em objetos vintage. As fotografias são da fotógrafa e designer Cassia Beck.









Eu, particularmente, amei essas meias coloridas. Quero muito essas meias!
(Mais aqui flickr.com/photos/_cassia)

Por hoje é isso.
Até mais e beijos!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Maquiagem Conceitual

Olá gente!

Hoje quero bater um papo com vocês sobre o que é "conceitual". Ainda há muita gente que não entende bem "o que é isso". Pois bem, o termo 'conceitual', como o próprio nome diz, consiste naquilo que passa um "conceito", ou seja, serve para passar uma ideia proveniente do estilista, maquiador, artista para os demais

Sacar qual é a do conceitual depende de sensibilidade interpretativa, pois os conceitos não são dados literalmente, diretamente; geralmente são passados mediante extravagâncias, exageros, o que lhe dá um tom artístico, quase teatral. E, assim como no mundo da moda, no mundo da maquiagem há expressões conceituais de novas tendências. Maquiagens de desfiles geralmente tem essa pegada conceitual e servem para nos inspirar nas maquiagens que fazemos para os eventos cotidianos como festas, jantares, trabalho (maquiagem comercial, comum).

Imagem: Ellements Magazine, April 2012.
A maquiagem acima é um caso de maquiagem conceitual, isto é, serve para extrair dela certos "conceitos". No caso dessa observamos um conceito de maquiagens coloridas, tons fortes, bicolor, batom em cor quente e viva... Extraídos esses conceitos das maquiagens que aparecem como tendência, fazemos a maquiagem comercial, usável na "vida normal".

Para se inspirar e fazer novas makes, minha dica é ver muitas coisas novas, se inspire no que ver nas revistas, nos desfiles, experimente o novo. É assim que se aprende.

Espero que vocês tenham gostado do post.
Até mais gente. Beijos!
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