terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Ano novo de novo!

Lembra que na virada de 2012 para 2013 você estava todo esperançoso(a), cheio(a) de expectativas, entusiasmado(a) para um novo ano promissor e cheio de realizações? Lembra que você estava cansado(a), chateado(a) com o ano que estava indo embora e só queria que começasse o tal novo ano para poder começar mais uma vez a, enfim, realizar todos os seus sonhos?... Aposto que essa mesma história se repetiu em cada réveillon anteriormente a esse. Aposto que este ano você está igualmente chateado(a) com 2013, querendo apenas que ele vá embora de uma vez, para novamente, poder começar "do zero" um novo ano que deve ser promissor, de realizações, conquistas e blá blá blá...

E aí, o que você vai fazer quando chegar ao fim o ano de 2014? Fazer o mesmo que fez todos os anos antes dele? Pedir que passe logo e depositar todas as suas esperanças de "melhoras" num num novo ano que será 2015, 2016, 2017 e por aí vai?...

Tem uma antiga e famosa tirinha da Mafalda (Quino) na qual ela diz: – Aposto que o ano que está começando espera que as pessoas é que sejam melhores.

O que eu quero vos dizer é que não adianta mudar de ano, de dia, de século se você não mudar sua postura diante da vida. A felicidade plena vem quando você aprende, de uma vez, a agradecer mais e a reclamar menos, e principalmente, a buscar a concretização dos seus sonhos com menos angústia e mais entusiasmo no coração. A tal felicidade plena é algo entre "desviar das pedras do caminho, enquanto curte a visão mais bonita da estrada que percorre". Por isso não vou vos desejar hoje um "feliz ano novo" – De novo não! – vos desejo um "feliz pessoa nova" e que essa "virada" seja agora mesmo. Vamos estourar espumantes!!!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Tutorial: Roy Lichtenstein Look, por Jaci

Ícone do movimento que ficou conhecido como Pop Art (década de 1950), Roy Lichtenstein fez um trabalho que, mesmo nos dias de hoje, apresenta muita relevância. Suas ampliações das ilustrações de histórias em quadrinhos, retratam de forma irônica sua crítica à uma época em que a produção cultural se tornava cada vez mais fugaz e descartável, elevando um produto da cultura de massa, em tese, cotidiano e banal, como HQ, à categoria de "arte".

Suas obras de cores vibrantes, o bom humor, somados à ironia da cultura do descartável conquistam público ainda hoje.


Segue o passo-a-passo: